Instituto dos Museus e da Conservação

A DGPC tem por missão assegurar a gestão, salvaguarda, valorização, conservação e restauro dos bens que integrem o património cultural imóvel, móvel e imaterial do País, bem como desenvolver e executar a política museológica nacional.

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Museu da Emigração e das Comunidades

O Museu das Migrações e das Comunidades foi criado em 12/07/2001 por deliberação da Câmara Municipal de Fafe, como plataforma virtual, com a designação de Museu da Emigração e das Comunidades. Foi seu principal fundador e promotor o investigador Dr. Miguel Monteiro, profundo conhecedor de «Fafe dos Brasileiros» e contou ainda com o apoio científico da professora doutora Maria Beatriz Rocha Trindade, a nossa maior especialista na temática das migrações. Com o desenvolvimento das suas actividades e o estabelecimento de uma vasta rede de contactos, surgiu a necessidade de avançar na implementação da realização física do Museu, prevista desde o início. A concepção do projecto museológico do agora denominado Museu das Migrações e das Comunidades é da autoria do museólogo doutor Fernando António Baptista Pereira foi aprovado pela CMF em 2008.

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Museu Nacional de Arte Antiga

Criado em 1884, habitando, há quase 130 anos, o Palácio Alvor e cumprindo mais de um século da atual designação, o MNAA-Museu Nacional de Arte Antiga alberga a mais relevante coleção pública portuguesa, entre pintura, escultura, ourivesaria e artes decorativas, europeias, de África e do Oriente. Composto por mais de 40 000 itens, o acervo do MNAA compreende o maior número de obras classificadas pelo Estado como “tesouros nacionais”. Engloba também, nos diversos domínios, obras de referência do património artístico mundial.
Herança da História (com realce para as incorporações dos bens eclesiásticos e dos provenientes dos palácios reais), a coleção do Museu Nacional de Arte Antiga foi sendo engrandecida por generosas doações e importantes compras, ilustrando, em patamar de objetiva excelência, o que de melhor se produziu ou acumulou em Portugal, nos domínios acima enunciados, entre a Idade Média e os alvores da Contemporaneidade.
Parceiro incontornável na atividade museológica internacional, ao MNAA pertence, historicamente, a dignidade de museu nacional normal: o que define a norma, as boas práticas, em acordo, uma vez mais, com os padrões internacionais, seja em matéria de conservação e de museografia, seja no âmbito do seu serviço de educação, pioneiro no País.

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